Trabalho realizado pelo Projeto Timóteo na Aula de Ética Pessoal.
Ao assistir o vídeo “Fim do Silêncio” promovido por Thereza Jessouroun, que apóia o aborto e visa passar isso para opinião pública através de depoimentos de mulheres que passaram por essa situação, vejo que nós, sociedade do século XXI estamos nos colocando no direito de “brincar de Deus”, numa alusão ao livro de Tony Watkins que fala sobre bioética.
Está correto afirmar que nós cristãos muitas vezes não estamos a par do drama vivido por essas mulheres, conhecemos um ou outro caso distante e afirmamos com toda convicção que não abortaríamos, a realidade de quem passa por uma gravidez indesejada é diferente.
Acredito que nesse aspecto o vídeo é relevante para podermos nos aproximar desses casos, sentir “seu cheiro”, os dilemas, a insegurança, os medos que as mulheres passam quando estão diante da decisão de abortar uma vida ou não.
Mas como cristãos temos que nos posicionar veementemente contra esse tipo de prática, em primeiro lugar esse problema ocorre por causa do homem viver fora do propósito de Deus de um relacionamento sexual apenas dentro do casamento.
Temos também que lembrar que Deus já nos tece dentro do ventre de nossa mãe e interromper esse processo, após o bebê se alojar no útero materno, é o assassinato de uma vida, o salmista já diria “Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá.”Por não crer nessa promessa e se colocar acima de Deus, mulheres acabam abortando com a desculpa de que não se encontram prontas para ter um bebê naquele momento de vida.
No vídeo podemos observar o pensamento de Liliana, uma secretária que passou pela experiência do aborto e declara “como assim a mulher não pode decidir?como assim eu não posso dizer se é bom pra mim se não é?” é válido lembrar que Deus é quem decidi pelo nascimento de uma vida ou não dentro de sua soberania.
Portanto penso que devemos parar de querer “brincar de Deus” e confiar em sua soberania, mesmo sabendo que quando a realidade do aborto bater a nossa porta, teremos muitos dilemas na hora de decidir, mas devemos nos apegar aos princípios e as promessas de Deus sobre os filhos.
Calebe De Boni,
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